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Como escolher o curso no ensino superior?

Duas das decisões mais importantes da nossa vida acontecem quando temos 17 ou 18 anos. A primeira é se vamos para a universidade. A segunda é, se vamos, para que curso. Escolher o curso que tiramos influencia todo o nosso percurso profissional a partir daí, como se fosse um efeito dominó: em que tipo de empresas vamos poder trabalhar, a fazer o quê, se podemos emigrar e trabalhar na área que escolhemos. Mas, mais importante do que tudo isso, estamos a escolher o que vamos fazer para o resto da vida. É um curso que me realiza? Quero fazer isto para o resto da vida? “O resto da vida” é uma frase demasiado dramática para alguém no fim do secundário. Por isso é que também é importante dizer que não é verdade. A escolha do curso influencia imenso a nossa vida profissional, mas ter estudado Biologia não significa que se vá trabalhar como biólogo até ao fim dos tempos. Há sempre possibilidade de fazer um realinhamento profissional, uma nova formação, obter uma especialização noutro ciclo de ...

Aproveitar a vida ao máximo - sim, mesmo aos 40 anos!

Aos 40 anos, é fácil sentirmo-nos velhos. Aos 40 anos já há poucas oportunidades de mudar de emprego porque as empresas procuram alguém “mais novo” - aka alguém acabado de sair da universidade e a quem podem oferecer um estágio profissional. Quase toda a gente pensa que já tens idade para “assentar” e deixar de sair à noite, de dançar, de vestir uma mini-saia, de te divertir - “achas que és uma miúda de 20 anos?”.  Aos 40 anos também já temos idade para nos lembrar de coisas que entretanto desapareceram. As pessoas de 20 anos não imaginam como foi a nossa infância, que desenhos animados víamos, como é que brincávamos na rua… Aliás, aos 40 anos já temos idade para nos lembrar de muitas pessoas que, infelizmente, já não estão connosco. Os nossos avós, por exemplo, que os nossos filhos nunca chegaram a conhecer. É por todas estas razões - e mais algumas que me preferi nem mencionar, - que é fácil sentirmo-nos “velhos” aos 40 anos. Mas ninguém é velho aos 40 anos! As p...

Aproveitar a vida ao máximo - sim, mesmo aos 40 anos!

Aos 40 anos, é fácil sentirmo-nos velhos. Aos 40 anos já há poucas oportunidades de mudar de emprego porque as empresas procuram alguém “mais novo” - aka alguém acabado de sair da universidade e a quem podem oferecer um estágio profissional. Quase toda a gente pensa que já tens idade para “assentar” e deixar de sair à noite, de dançar, de vestir uma mini-saia, de te divertir - “achas que és uma miúda de 20 anos?”. Aos 40 anos também já temos idade para nos lembrar de coisas que entretanto desapareceram. As pessoas de 20 anos não imaginam como foi a nossa infância, que desenhos animados víamos, como é que brincávamos na rua… Aliás, aos 40 anos já temos idade para nos lembrar de muitas pessoas que, infelizmente, já não estão connosco. Os nossos avós, por exemplo, que os nossos filhos nunca chegaram a conhecer. É por todas estas razões - e mais algumas que me preferi nem mencionar, - que é fácil sentirmo-nos “velhos” aos 40 anos. Mas ninguém é velho aos 40 anos! As pessoas de 40...

Vá para fora cá dentro: city break no Porto e o que visitar no Porto

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Sinto que os Portugueses não conhecem bem Portugal. Pensem nisto: quantos de vocês é que já foram à Madeira? E aos Açores? A verdade é que a maioria das pessoas não conhece as nossas ilhas, mas muitas nem sequer exploram o continente! Quase toda a gente já foi ao Algarve, mas quantas é que já rumaram a Norte, para conhecer as serras de Montesinho e do Gerês? Recentemente falei com um amigo de Lisboa que nunca foi ao Porto. Nunca. Como é possível, num país tão pequeno como o nosso, não conhecer sequer as principais cidades do país? Claro que o nosso país, apesar de não ser pequeno, faz-se pequeno e bairrista. Parece que “o Norte” é um país diferente, um anexo que não tem nada a ver connosco, e a CP (a menos que comprem com bastante antecedência) torna o Porto um destino mais inacessível do que Paris ou Londres com os voos low-cost. Mas o Porto, meus caros, já foi escolhido várias vezes como o “Melhor Destino Europeu”, “O Melhor Citybreak” e, claro, como Capital da...

Solteira vs. Casada - a saga do “ainda estás solteira?”

A strong, independent woman. Este é o lema de muitas mulheres do séc. XXI, que se sentem confortáveis solteiras. Outras continuam a achar que precisam de ter um casamento e uma família para se sentirem realizadas; têm medo de se sentir sós ou de envelhecer sós. Por isso, não nos cabe julgar o que é melhor. Estar solteira ou num relacionamento é uma decisão muito íntima e que cada uma sabe de si. Mas vamos rebobinar por um segundo e falar um pouco sobre este primeiro grupo de mulheres que se sente bem solteira. Sentir-se confortável sozinha não significa abdicar de uma família - simplesmente, significa que estão à espera da pessoa certa e do momento certo nas suas carreiras também. A prioridade, em vez de ser o objectivo “formar família”, é o seu bem-estar.  Não que haja algum problema se uma mulher não quiser, de facto, constituir família. A partir de uma certa idade, todas as mulheres ouvem a pergunta “ainda estás solteira”, que na verdade esconde também a pergunt...

Família ou carreira?

Família ou carreira? Muitas mulheres continuam a pensar nisto como uma escolha. Sacrificar a carreira pela família? Ou deixar a família para depois e priorizar a carreira? O problema está logo na forma como se coloca a questão: “ou...ou”. Porque não “e”? Porque não combinar as duas coisas? Infelizmente, muitas pessoas continuam a achar que uma mãe que trabalha a tempo inteiro não é uma mãe tão presente. O primeiro problema está logo aí - assume-se que a mãe é que quem tem que se sacrificar nos primeiros anos de vida do filho para o acompanhar, em vez de se ver a família como uma responsabilidade partilhada. Outras mulheres têm receio de não subir na carreira tão depressa quanto poderiam, de hipotecar o seu futuro profissional ou até de serem despedidas. Infelizmente, este é um medo legítimo: apesar de ser ilegal, há muitas empresas que encontram subterfúgios para despedir mulheres grávidas ou em licença de maternidade. Outras nem sequer contratam mulheres para altos ca...

Natal sem desperdício #zerowaste?

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O Natal aproxima-se a passos largos e com ele vêm todo o tipo de desperdícios. Luzes de Natal pouco eficientes ligadas todo o dia, papéis de embrulho que vão inevitavelmente acabar no lixo, sobras de comida em que ninguém vai tocar e por aí fora. Por isso, o desafio deste ano é fazer um Natal com menos desperdício - ou mesmo um Natal sem desperdício, de acordo com o movimento #zerowaste. Aqui vão algumas dicas! Decoração sem luzes As luzes de Natal ficam ligadas durante todo o dia e, ainda por cima, têm uma péssima eficiência energética. Este ano, quando decorar a sua casa para o natal, prefira uma decoração mais amiga do ambiente. Aproveite restos de embalagens, tampas, caixas de cartão e plásticos para fazer decorações com os miúdos - o metro do Bolhão (no Porto) está todo decorado desta forma, com efeitos feitos por crianças das escolas primárias da cidade. Quanto às luzes, use velas para dar luz e cheiro a toda a casa! Embrulhos ecológicos Também ...